31.5.12

O passado ao nosso alcance



Museu Visconde de Guarapuava guarda relíquias que traduzem a história da cidade.

Jasmine Horst

Uma aula de história de maneira prática e descontraída. Assim, pode-se definir as visitas ao Museu Visconde de Guarapuava, que abriga um vasto conteúdo histórico. Localizado no centro da cidade, o local é pouco visitado, em sua maioria, as visitas são de grupos escolares.
Foto: Marcos Guerra
A casa, que foi construída em meados do século XIX, pertencia ao Visconde Antonio de  Sá Camargo, o Visconde de Guarapuava, e foi  tombada como patrimônio cultural histórico, pois possui um imenso valor para a arquitetura histórica da cidade, sem falar em seu grande acervo composto por medalhas, armas, utensílios domésticos, telas com pinturas de artistas locais, fotografias, revistas, jornais e peças indígenas.
O ambiente é tão fascinante que provoca um sentimento de volta ao passado. Algo silencioso, silêncio apenas rompido pelo barulho característico produzido pelo caminhar em assoalho de madeira. Ao olhar as fotos, vemos a Guarapuava antiga sob o aspecto de muitos fotográfos anônimos. De certa maneira, conseguimos imaginar todo o contexto que envolvia aquele momento eternizado através da fotografia.
Aos fundos da casa, encontramos resquícios do que afirmam ter sido uma senzala, paredes de pedra, correntes pesadas, fazem a imaginação viajar, tentando descobrir as situações que se passaram ali a tantos anos atrás.
Ao sair daquele lugar encantador, temos um choque com a atualidade, voltamos para o século XXI, percebemos que ali, em pleno centro de Guarapuava, é possível fugir da realidade, ter um encontro com o passado de maneira simples e impressionante ao mesmo tempo.

26.5.12

Arte em forma de click´s


Qualquer forma que represente arte exige um trabalho que necessita  tempo e visão diferenciada. Artistas devem se preparar e contar com a criatividade, para que a obra emocione e agrade ao público e seu trabalho possa ser reconhecido.
Na fotografia, não é diferente, na cidade de Guarapuava  a pratica está se tornando cada vez mais comum e conta com artistas de qualidade  que trazem no currículo  uma boa bagagem cultural. A fotografia está inserida no dia-a-dia há muito tempo. Uma atividade presente geralmente em momentos marcantes, como aniversários, nascimentos, conquistas etc. Oferece principalmente lembranças de determinados momentos, muitas vezes únicos. Mas, como a fotografia pode ser vista em forma de Arte?  

Obviamente, ninguém melhor para tratar do assunto do que um próprio fotógrafo, como por exemplo, o fotógrafo guarapuavano Clério Back, professor Universitário, que descobriu a fotografia nos tempos de sua graduação. Ele Procura trazer relações das artes visuais moderna e contemporânea a seus trabalhos, inspira-se  em momentos únicos do cotidiano, buscando sempre trazer reflexões  sobre a sociedade atual. Clério já foi premiado em concursos  de nível nacional, revela que cada um pode fazer excelentes  fotos com qualquer tipo de câmera, com câmera de celular, de baixa resolução, ele explica que não é esse o critério e 

sim ter boa observação e percepção com o ambiente. Atualmente, o fotógrafo se interessa mais pela fotografia documental e de rua, gosta também de realizar experimentações com câmeras diferenciadas. 

Outra fotógrafa da região é Vanessa Wendler, que, atualmente, está concluindo a graduação em Publicidade e Propaganda. Vanessa se interessou pela fotografia ainda na infância, revela que não tem um tema específico que mais gosta de fotografar, mas, gosta muito de trabalhar com a história das pessoas. A maioria de seus trabalhos são com gestantes e casais. Para ela, a fotografia é um processo artístico  realizado por etapas, primeiramente idealizando o ensaio, como será feito, em que local e posteriormente, a preocupação com aspectos técnicos, como luz, sombra, cores, por exemplo. Segundo a fotógrafa, o essencial de um bom fotógrafo é realizar a atividade com amor e ter um olhar especial que vai além da câmera na mão.
                                                                                                                    
                                                                                                                     Alexandre Pessoa















                                                                                                              








25.5.12

A incrível beleza da arte




Pandeiro por Marcia R. Z. - Óleo sobre tela
Guarapuava não tem cultura. Você certamente já ouviu essa frase ou até mesmo a pronunciou. Engana-se quem pensa assim, pois não é preciso ir muito longe para apreciar belas obras produzidas por artistas de nossa cidade e região. A arte é o mundo representado em pequenos fragmentos. Seja o mundo coletivo ou individual.

A 18ª Mostra de Artes Visuais, que está instalada no Centro de Exposições do Campus Santa Cruz da Unicentro, aberta a visitação durante o dia todo, traz pinturas, fotografias, gravuras, desenhos e esculturas produzidas por artistas de Candói, Curitiba, Irati e Guarapuava. Cada obra tem um significado, um estilo. Algumas retratam momentos da vida humana, outras exaltam a natureza.
Poder da Beleza por Edegar - Ferro Forjado

A arte tem o poder de instigar, provocar e gerar questionamento. Ficamos curiosos ao ver quadros e esculturas. Às vezes, torna-se difícil entender o que o artista quis passar naquele momento por meio da obra, mas esse é um dos pontos mais interessantes: a inquietação. Cada um de nós é capaz de gerar várias interpretações e percepções sobre a mesma obra.

O detalhamento chama a atenção. São contornos, formas, traços, contrastes, cores, profundidade e movimento. Tudo isso combinado com vida, sentido e significado, geram as mais incríveis obras artísticas. Dentre as inúmeras funções da arte estão: gerar sentimento e deixar a imaginação fluir, seja pela sensação de gosto ou não. Em algumas delas conseguimos até nos identificar com a situação. A beleza da arte é encantadora e apaixonante.  
Besouro por WJS - Macro - Fotografia

Guarapuava tem cultura sim. Basta olhar para os lados e procurar informações. Durante o decorrer do ano, passam pela nossa cidade várias exposições artísticas. Para quem gostou e quiser conferir a Mostra fica aberta para visitação do público até o dia 6 de junho.

Fotos: Acioli Caldas
                                                                                                                                            Jéssica Lange

19.5.12

Ilustrando uma paixão

Karoline Fogaça

Foto: Karoline Fogaça
Foto: Karoline Fogaça


Usadas como um meio de expressar humor, crítica, acontecimentos factuais ou fictícios, as histórias em quadrinhos já conquistaram várias gerações, são alvos de colecionadores e de jornais. As HQ, que nada mais é do que o abreviamento das palavras Histórias em Quadrinhos, tem suas origens em um passado muito antigo. Hoje é considerado HQ o meio de comunicação que utiliza à escrita e a imagem, mas podemos considerar que as pinturas rupestres e a via sacra, exposta nas igrejas, são os antecessores do que conhecemos hoje, pois essas imagens também contam uma história, assim como os quadrinhos.       
            A primeira história em quadrinhos moderna foi criada pelo artista norte-americano Richard Outcault em 1895. As histórias com um personagem principal que se comunica com o leitor por meio de balõezinhos surgiu nos jornais sensacionalistas de Nova York com o Yellow Kid (Menino Amarelo). A tirinha fez tanto sucesso que outros jornais nova-iorquinos também queriam ter o Yellow Kid em suas páginas.       
            Hoje, é difícil encontrar alguém que nunca leu uma tirinha ou que não goste de rir um pouco com as charges. Quando somos crianças, os desenhos nos chamam muita atenção e desenhar é um modo em que podemos demonstrar nossos sonhos, medos, desejos e outras tantas coisas. Foi assim que, desde criança, Edenilso Carlos Benato, hoje professor de desenho na Casa da Cultura de Guarapuava e chargista do Diário de Guarapuava, descobriu seu dom para desenhar. Quando pequeno já se arriscava em alguns traços e rabiscos. O tempo foi passando e ele foi se aprimorando, ajudava os colegas nas aulas de artes que iam falar com ele para os trabalhos.        
            Como vários artistas dessa área, Edenilso começou fazendo caricaturas em um shopping de Curitiba, sua cidade natal. As pessoas que estavam no shopping passavam, paravam, ele fazia caricaturas e também outros desenhos, e conseguia um dinheiro com isso, mas a sua paixão não é exatamente a caricatura, mas os quadrinhos.
            Quando veio para Guarapuava, ele parou de desenhar por um tempo, mas depois que foi trabalhar na Casa da Cultura foi descoberto pela diretora da instituição e começou a dar aula, para que ele ensinasse o que aprendeu sozinho para outras pessoas.        
            Sua preferência pelos quadrinhos é explicita, pois é assim que ele pode expressar o humor de uma maneira em que na caricatura não é tão fácil, deve ser algo mais reservado, pois nem todos tem a mesma visão de humor do caricaturista e pode se ofender com a brincadeira. Edenilso gosta de desenhar sobre vários assuntos, o que lhe vem na cabeça na hora ele passa para o papel.
            O professor tem vários sonhos, o primeiro deles é montar seu próprio estúdio e o segundo é fazer uma revistinha com seus trabalhos e com os trabalhos de seus alunos, pois quer ajudar seus pupilos a terem um espaço para publicar seus trabalhos, ter algum um material para divulgar seus desenhos.            
            Para fazer curso de desenho na Casa da Cultura é só ir lá se escrever e não precisa saber desenhar, basta gostar e ter afinidade com o desenho. A intenção do curso é fazer com que o aluno comece a desenvolver seu talento, produzir com qualidade, dentro de seu estilo e sua capacidade.           
            A Casa da Cultura fica na Rua Alcione Bastos, número 21, para mais informações: 3621-4580.


Foto: Karoline Fogaça


Pré-projeto da revista de Edenilso. Foto: Karoline Fogaça

Quadrinhos produzidos pelos alunos. Foto: Karoline Fogaça

13.5.12



Tradição europeia é relembrada no Brasil

Comunidade de Entre Rios mantém  a tradição de erguer a árvore de Maio

 Alto, imponente, ele lança sua copa para o céu. Do alto da árvore de maio pendem fitas coloridas, fixadas nas guirlandas caprichosamente distribuídas pelas meninas da tradição. Em um final de tarde muito frio, jovens se reúnem para fazer os preparativos do Maibaumfest, relembra a tradição europeia. Lá a árvore de maio é erguida na entrada da primavera para celebrar a abertura das flores e a alegria que vem com essa estação. No Brasil, a tradição se mantém a mais de 60 anos, desde a vinda dos suábios do Danúbio.
Lembro-me da minha adolescência quando meus amigos e eu nos preparávamos para aquele dia especial. Sempre na véspera do dia primeiro de maio, reuníamos no clube da juventude. Havia muito a ser feito, pois estávamos preparando o Maibaum, ou seja, a árvore de maio. As meninas cuidavam das guirlandas que deveriam ser trançadas com os galinhos verdes, já providenciados durante a tarde pelos meninos. Enquanto as meninas esforçavam-se para enfeitar as coroas com inúmeras fitas coloridas, que naquela época, eram de papel crepom. Enquanto os meninos preparavam o tronco recortando o topo que deveria receber uma ponta de pinheirinho, que depois de pronta, também seria enfeitada com papel crepom.
Na hora de erguer a árvore, os rapazes uniam forças, manobrando as tesouras de madeira que serviam de apoio. Às vezes, colocávamos garrafas de vinho na copa, simbolizando a boa safra. Na Europa, em algumas regiões, os rapazes fazem disputas para ver quem conseguiria chegar ao topo e retirar as garrafas do topo. Aqui no Brasil a disputa é entre os jovens de cada uma das colônias. Cada comunidade ainda tem sua própria árvore e a disputa é para ver quem têm a árvore mais alta ou as coroas mais bonitas. Depois de erguido o Maibaum, ele fica durante todo o mês enfeitando a frente dos clubes. Concluídos os trabalhos, é hora de comemorar. Um grupo de danças oficializa o trabalho concluído e noite prossegue com comes e bebes, oferecidos geralmente pelo representante de cada estabelecimento ou da comunidade no qual a árvore tremulará suas fitas durante os próximos trinta dias.
Nos últimos anos, a Fundação Cultural Suabio-Brasileira vem agregando ainda mais ferramentas para a manutenção da tradição do Maibaum. No dia primeiro de maio de cada ano, promove um grande evento. Não apenas os jovens participam, mas sim, toda a comunidade. Neste ano, a festa contou com mais de 1000 pessoas e foi realizada na Praça Nova Pátria. Além de comida típica alemã, o evento ofereceu inúmeras apresentações culturais, com integrantes da comunidade de diferentes idades, dos três aos noventa anos. Dessa forma  promove integração e entretenimento ao público presente. A cada ano, cresce o número de pessoas que prestigiam a festa, vindos até de outras regiões do Paraná e do Brasil.
                                                                                                                                                                                      KMD



9.5.12

Mãe, uma palavra e inúmeros sentimentos



   Mãe, vários são os sinônimos que podem ser remetidos a essa palavra com um significado tão forte, uma mulher que muitas vezes,  também exerce o papel de pai. No mês de maio, precisamente no segundo domingo do mês a data é oficialmente comemorada como o dia das mães no Brasil, embora todos os dias do ano essa pessoa deva ser evidenciada em nossas vidas.
   
   Mãe,  quantas vezes nos consolou quando estivemos tristes? Quantos conselhos nos deu quando estivemos desamparados? E quando foi preciso sorrir, quantos sorrisos não deu conosco? Apoiando, ensinando, algumas vezes até brigando sempre para o bem é claro, evidentemente,  buscando fazer o melhor para ver a alegria no rosto de um filho.
    
   Seja geneticamente, de criação ou até mesmo de consideração, cabe aos filhos o respeito mútuo pela mulher que sempre esteve ao lado tentando fazer sempre o melhor, seria exagero dizer que uma mãe daria a vida por seu filho? Logicamente não, mas será que os filhos dariam a vida por suas mães?  Muitas vezes,  essas guerreiras chamadas mães são deixadas de lado, lamentavelmente esquecidas. Quem também não pode ser esquecido nessa data são os pais, que por ventura de ausência da mulher acabam se tornando  mães.     

   Todas as mães deveriam ser eternas, pois elas carregam a compreensão seja no que for preciso, talvez a maior do mundo, são elas que ensinam e guiam de um jeito mágico. Que nesse segundo domingo de maio, todas as mães sejam homenageadas, beijadas, abraçadas e amadas. Ser mãe é receber um dom, é ser iluminada, representação extrema de amor, um feliz dias as todas as mães!


Alexandre Pessoa 

                                                                                                                             
                                                                                                                              

8.5.12

Parque Municipal São Francisco da Esperança: natureza exuberante e inspiradora


Foto: Luciano Meirelles

Guarapuava possui inúmeros locais para visitação e passeio. Para quem quer namorar pode visitar a Lagoa das Lágrimas, para os mais esportistas uma caminhada pelo Parque do Lago é uma ótima opção. Mas, dentre as várias opções, um dos lugares que mais chama a atenção, por sua natureza exuberante, é o Parque Municipal São Francisco da Esperança, localizado a menos de uma hora de viagem do centro da cidade.

O parque fica a 45 quilômetros da zona urbana de Guarapuava, o acesso é por uma estrada quase toda asfaltada, estreita e cheia de curvas. O caminho é marcado também pela religiosidade, várias igrejas a beira da rodovia revelam a simplicidade e fé dos moradores da região.

Na Casa de Apoio ao Turista, é possível obter mais informações sobre as cachoeiras e trilhas que podem ser percorridas. Há poucos metros da entrada do parque, em uma trilha de fácil acesso, está a principal atração, o Salto São Francisco, maior queda d’água do Sul do Brasil, com 196 metros de altura. Vários mirantes com grades de proteção e escadas facilitam o acesso e a visão do salto. Acima da queda d’água, há uma cachoeira, o Salto dos Cavaleiros, opção a mais proporcionada pela natureza.

O Parque Municipal São Francisco da Esperança está localizado na triplica fronteira entre os municípios de Guarapuava, Prudentópolis e Turvo, dentro da área de preservação ambiental Serra da Esperança, formada por um cânion de mata nativa, coberta de vasta vegetação e pinheiros araucárias, que proporcionam uma das vistas mais belas da Serra.

        Há ainda outra opção de transporte disponível aos sábados, domingos e feriados, com o ônibus urbano, com saídas as oito e meia e às treze horas, do Terminal Estação da Fonte.




Jean Patrik

A “Passarinha”



O Paraná é conhecido por ser o berço de muitos cantores sertanejos. Daqui saíram grandes nomes como Chitãozinho e Xororó e também Michel Teló. Mas, o estado não é composto apenas das vertentes sertanejas. Um exemplo disso é Joanessa Nunes, mais conhecida como Jô Nunes, uma jovem guarapuavana que canta e compõe MPB. Dona de uma voz suave, tranquila e delicada.

Cantora desde os cinco anos de idade, Jô Nunes iniciou carreira profissional aos 17. No começo, cantava apenas por diversão, participava de festivais, interpretando principalmente músicas gauchescas. Com o decorrer do tempo, o interesse começou a ficar mais sério e decidiu cursar Musicoterapia na Faculdade de Artes do Paraná (FAP) em Curitiba.

Os interesses musicais também mudaram, trocou o tradicional cancioneiro gauchesco pela música popular brasileira. Segundo Jô, não foi ela quem escolheu a MPB, mas sim a MPB que a escolheu. A paixão por esse estilo musical tão original e brasileiro deu origem ao seu primeiro cd, intitulado “Passarinha”.

Quase todas as composições são de sua autoria, uma delas, leva o nome do cd, “Passarinha”. Nela, Jô Nunes nos convida a viajar pelo universo do cotidiano sem perder o compasso. A “Passarinha” surgiu em uma casa de shows da cidade em um sábado de samba. Jô sentiu o quanto era livre e realizada através da música. Passarinha é um autorretrato dessa noite. A sua delicadeza e as belas paisagens de Curitiba, deixam o clipe ainda mais encantador.
                                                 
Com um lado no samba e outro no MPB, Jô Nunes segue carreira utilizando a voz e o seu talento como instrumento para atingir o destaque merecido no cenário nacional. Mas, e os planos para o futuro? Jô quer continuar cantando, lançar um dvd, fazer viagens, conhecer outras cidades mas sem nunca deixar de dizer: sou paranaense com muito orgulho.

Jéssica Lange

Acesse o link abaixo e ouça a música Passarinha - Jô Nunes



7.5.12

Educação Autodidata?


Alunos e professores são desafiados todos os dias com as novas formas de aprendizado




Lápis, caderno, livros, ingredientes fundamentais para um aprendizado. Certo? Talvez em outros tempos. Hoje em dia, a educação vai muito além desses elementos. Hoje falamos em ebook’s, sites e pacotes de Office’s. Essa linguagem, cada vez mais midiatizada, amplia os espaços do conhecimento.
Desde os tempos mais remotos, o ser humano tem usado a comunicação como forma de “educar” seus descendentes. Na era das cavernas, nosso ancestral registrava suas ideias, seus medos e suas vitórias em pedras para que a próxima geração pudesse aprender com suas experiências. 
Não que o sistema tradicional esteja entrando em desuso, porém, há uma grande transformação no sistema de aprendizagem dos novos tempos. Tabuadas, caligrafias, redações estão mudando de cadernos e calculadoras para notebooks e pc’s. As novas tecnologias oferecem espaços virtuais de aprendizado e, assim, somos desafiados a desenvolver nosso lado autodidata.
Mesmo com tanta tecnologia, o papel do professor continua sendo de grande valor, pois ele é o guia para o aprendizado eficaz. Sem sua orientação estamos sujeitos a nos perder num mundo de informações. Portanto, cabe ao professor transmitir o conhecimento para um bom desempenho nessas novas plataformas do saber estimulando o aluno a desenvolver suas habilidades, seu raciocínio lógico e sua visão crítica.
   KMD



 
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