26.6.13

Ode para Vinicius

No dia 20 de junho, no Auditório Francisco Contini, ocorreu a apresentação da Escola Rômani, o tema das apresentações foi em homenagem ao centenário do poeta Vinicius de Moraes. Várias faixas etárias homenagearam com sua dança o poeta Vinicius de Moraes, lembrando o seu centenário.
Dezesseis apresentações compuseram o festival, fazendo parte delas, trilhas do autor e poemas baseados em músicas de sua autoria. O cenário e o figurino remeteram ao universo do artista, lembrando o Rio de Janeiro, cidade em que viveu foi inspiração para sua obra. Vinicius de Moraes foi compositor, poeta, diplomata e apaixonado pelas mulheres. Autor de uma das músicas mais tocadas do mundo, “Garota de Ipanema”, Vinicius nasceu em 1913 e fez parte da criação da Bossa Nova; esse gênero musical foi criado no fim dos anos 50, no Rio de Janeiro e misturava o Samba com o Jazz.
O artista representa o Brasil política e culturalmente de uma maneira muito profunda, e faz com que o País se enaltecesse com suas belas paisagens. Fez muitas amizades na política, na literatura, no jornalismo e na música. O poeta ficou conhecido pela sua vida de boêmia, segundo Drummond “Foi o único de nós que teve vida de poeta”.

As apresentações homenagearam o artista e contribuíram para a manutenção da cultura da Música Popular Brasileira, mostrando que muitas manifestações artísticas de hoje ainda tomam como base as músicas de artistas do passado.

Texto e foto: Camila Germano Barp.

21.6.13

Dança e Gênero: Festival de Harmonia e Reflexão

Na noite de 19 de junho,  ocorreu a Mostra de Dança Conceitual, apresentada pelo 4º ano de Arte-Educação da Unicentro. O Auditório Francisco Contini esteve aberto ao público que quisesse deleitar-se para o espetáculo que tinha como temática “Gênero e Dança” . Os alunos realizaram o trabalho na disciplina de Produção de Espetáculo em Dança, ministrada pela professora Danielle Souza Batista.
Serafim, In’completo, Sou, ser, só Frida e Autossoma são os grupos que desenvolveram espetáculos que, juntos, duraram cerca de duas horas. Os alunos apresentaram os resultados de seis meses de dedicação à dança e provaram que a linguagem do corpo pode falar muito e explanar, sem preconceitos, assuntos polêmicos.
Os alunos se aprofundaram no universo da Biologia, cultura nipônica , a vida de Frida Kahlo, a origem e a separação dos gêneros para fundamentar suas apresentações, e o fizeram de maneira nítida, pois ou se utilizaram de palavras e frases ou de elementos visuais, demonstrando tudo isso por meio de movimentos precisos e graciosos.
Muito aplaudidos, ao final da apresentação, os acadêmicos contaram como se deu o processo, e, orgulhosos, falaram um pouco de como foi a convivência com os colegas e a formação dos conceitos,  explicaram que colocaram muito amor no que fizeram, e por isso, o resultado foi melhor do que o esperado.

Texto e foto: Camila Germano Barp.

10.6.13

Gente da Nossa Terra: Felipe Ferpa



Felipe Sales de Jesus Machado, ou Felipe Ferpa, como é conhecido no mundo artístico, tem 25 anos e lançará, em outubro, seu primeiro CD, intitulado Coração Sincero.
Nascido e criado em Guarapuava, conta que aprendeu a tocar violão aos nove anos e que, aos dezesseis começou a cantar, influenciado por cantores de rock; também compunha algumas músicas nesse estilo, prática que começou ao mesmo tempo em que se iniciou no canto.
Em 2010, Felipe conheceu o trabalho de Jason Mraz, cantor americano que desenvolve outro tipo de arte: a Surf Music. Encantado, migra com sucesso para esse estilo, compondo músicas e conquistando seu espaço no cenário musical. A primeira música praiana fez sucesso entre amigos, conta, e precisou de bastante divulgação para ir além das fronteiras da cidade, mas a música “Coisas Simples”  tem público em várias partes do Brasil, resultado de um clipe bem elaborado e de uma canção muito tranquila.
O cantor revela que é professor de biologia não atuante, e também conhece a área de design, mas tem seu foco na música e diz que, um dia, pretende viver dela. Suas músicas passam valores de paz e de espiritualidade, e ressaltam que o amor essencial é o amor de Deus.
Diz que pretende fazer alguns shows locais em breve e, com muita humildade, conta que há dois agendados para outubro, um no Estado de  Piauí e outro no  Maranhão. Ele diz que tem recebido muitas mensagens motivadoras e de elogios, e agradece a Deus por suas músicas estarem atingindo as pessoas. Felipe é Gente de Nossa Terra! 

8.6.13

Onde Vivem os Monstros

Spike Jonze dirigiu, em 2009, um filme baseado no conto infantil Onde Vivem os Monstros.  Jonze o trabalha  de uma forma muito forte e tocante, ressaltando as sutilezas  do livro que fazem a diferença.
Em aproximadamente 100 minutos, Max, o pequeno protagonista, vê-se em crise em casa e resolve fugir por não ter amigos e por sua família não o compreender.
Max é acompanhado por uma trilha sonora feita para ele, e que, em momento algum, falha em sua missão.
Depois de outro dia começar, o menino chega a uma ilha desconhecida e decide explorá-la. Encontra seres estranhos discutindo muito e interfere, protegendo o mais sozinho, Carol.
Uma amizade começa ali e se intensifica a cada minuto da trama, fazendo crescer também, sentimentos de cuidado e respeito entre os dois, e a sensibilidade nos espectadores.
Max torna-se rei. Monstros de diferentes formas e com diferente dons fazem parte da colônia e estão sempre em atrito, competindo por atenção da nova Excelência. Cada monstro simboliza uma das personalidades do menino, e ele se afeiçoa as melhores: ao instinto de família e ao companheirismo de Carol.
O filme todo trabalha com sentimentos puros, e transporta os espectadores para algum lugar de suas infâncias, mostrando que a simplicidade é algo positivo e que as coisas boas e ruins residem em cada um de nós, sendo nosso o poder de escolha em senti-las ou não.

 
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