29.1.14

Pintores Paranaenses

A partir do século XIX, a pintura passou a se desenvolver no Paraná, incentivada por pintores como o imigrante norueguês Alfredo Andersen, e Guido Viaro, o segundo vindo da Itália. Ambos dedicaram-se ao ensino das artes visuais, além de pintarem suas obras inspiradas principalmente nas paisagens e temas do cotidiano paranaense. Responsáveis também pela formação de novas gerações de artistas no estado, como o exemplo de Lange Morretes, Gustavo Kopp e Theodoro de Bona, todos nascidos no Paraná.

Alfredo Andersen, apesar de norueguês, viveu muitos anos em Curitiba e Paranaguá, e ainda hoje é tipo como o pai da pintura paranaense. Foi ele o primeiro artista plástico atuar profissionalmente e a incentivar o ensino das artes puras no estado. Ele se envolveu de forma muito intensa com a sociedade paranaense da época em que viveu, registrando sua história e cultura.
Rogério Dias, outro grande exemplo, sempre foi autodidata, sua trajetória artística tem sido uma soma de anos de paciente e incessante pesquisa. Dono de um processo nativo, muito a frente de seu tempo, demonstrou sempre a sua genialidade em tudo aquilo que fez.
Com clareza e ao mesmo tempo irreverência, sua arte derruba regras se tornando lúdica, singela e genial. É considerado pela crítica, um dos maiores e mais completos artistas contemporâneos do Brasil.
Contribuíram também para o desenvolvimento da pintura no estado os pintores Poty Lazzarotto e Miguel Bakun, naturais do Paraná. O primeiro, também desenhista e ilustrador, se destacou com a pintura de painéis que estão espalhados por diversas cidades do Brasil e também do exterior. Bakun, pioneiro do modernismo no Paraná, foi muitas vezes comparado ao pintor holandês Van Gogh, tanto por suas obras quanto por seu temperamento melancólico.

Por: Diana Pretto

Fontes


Imagem 1 - Alfredo Andersen
Imagem 2 - Rogério Dias



27.1.14

Conheça o Museu Histórico de Entre Rios


                Todo guarapuavano conhece, ou pelo menos, já ouviu falar da "colônia" - o distrito de Entre Rios. Mas, e o Museu Histórico de Entre Rios? Inaugurado em 5 de janeiro de 2012, o Museu conta com mais de cinco mil itens e resgata com fidelidade as origens do povo alemão.
                Além da tradição, o Museu Histórico de Entre Rios se destaca por sua tecnologia e modernidade, sendo um dos museus de história suábia mais modernos do mundo. Graças a isso, os visitantes podem admirar, além de antigos documentos e objetos históricos, vídeos e fotos antes inacessíveis.
                Essa é a terceira versão do Museu de Entre Rios. O Museu foi fundado em 1971, em comemoração dos 20 anos do distrito. Nos 40 anos de vida da comunidade, o Museu ganhou nova casa, dentro da própria Agrária. Até que em 2011, a terceira e atual versão do Museu foi construída.
                Desde de sua inauguração, em 2012, quase 20 mil pessoas já o visitaram. Entre esses visitantes estão: estudantes, universitários, autoridades, empresários, grupos culturais, turistas de várias partes do Brasil e pessoas de 19 países diferentes.
                Ficou interessado? O Museu Histórico de Entre Rios fica aberto de segunda a sexta-feira entre as 8h e 12h e das 13h às 17h. O ingresso custa R$5. Cooperados e colaboradores da Agrária têm entrada gratuita.

20.1.14

Parque Municipal das Araucárias






Há poucos quilômetros do centro urbano existe uma grande riqueza preservada, as araucárias. Para quem prefere olhar para o céu e ver belíssimas árvores ao invés de grandes construções, a dica de visita é o Parque das Araucárias.

Para preservar esta riqueza natural, foi fundada em 1981, a Reserva ecológica. Hoje, o local carrega o nome da árvore que simboliza o nosso Estado, Parque Municipal das Araucárias, com  aproximadamente 3800 Pinheiros do Paraná preservados e uma fauna rica e variada. 

Localizado às margens da BR277, o Parque ocupa uma área de 100 hectares e conta com um centro de visitantes onde são realizadas atividades de educação ambiental. Um viveiro de mudas e ervas medicinais, também,  é um atrativos do parque, assim como uma área para criação de espécies da região. O museu Entomológico, atualmente desativado, possui um vasto acervo de fósseis, animais empalhados, insetos e répteis.

Para aqueles que querem entrar em contato com a natureza, o parque fica aberto diariamente, basta visitá-lo.

Por: Amanda Bastos Maciel

10.1.14

Marcas do Que se Foi

Um videoclipe feito com músicos de Guarapuava interpretando a canção “Marcas do que se foi” está fazendo bastante sucesso entre o público, visto que em menos de uma semana, já alcançou a marca de seis mil visualizações no You Tube.
O projeto foi feito com a intenção de unir e divulgar os talentos guarapuavanos, e contou com a participação de diversos músicos, bandas e artistas de diferentes estilos.
Segundo André Prado, músico, produtor musical do vídeo e proprietário do estúdio de gravação (Studio Soul), a vontade de produzir esse projeto já existia, e se fortaleceu juntamente com o Geovane Santinni (Soul Music Instrumentos musicais) e Fagner Busmayer que fez a produção do vídeo.
Para André, a iniciativa está tendo uma boa aceitação: “A expectativa é muito boa, levando em conta a receptividade das pessoas que fizeram muitos elogios, curtiram e compartilharam esse trabalho que foi feito com muito carinho, queremos ampliá-lo para nos próximos, contar com a participação de mais talentos de nossa cidade e região”.
Ele, também, revela uma possível segunda edição do projeto, que trouxe algo novo e diferente para Guarapuava: “Estou muito feliz com a repercussão, a intenção principal era unir essa galera que canta diferentes estilos, e divulgar os talentos de nossa cidade, acredito que isso se concretizou, espero que muitos ainda recebam essa mensagem, e tenham um ano repleto de alegria e conquistas, logo daremos continuidade a esse trabalho”.



Por: Diana Pretto


7.1.14

Disaster Boots

      
         Guarapuava é uma cidade que apresenta uma grande diversidade musical. Fica claro que o ritmo sertanejo é o que mais se destaca, porém, devido aos inúmeros universitários que moram na cidade, outros estilos vêm ganhando espaço. Entre esses estilos, está o Rock N’ Roll.
         Existem várias bandas com integrantes de muito talento na cidade. Uma delas é a Disaster Boots, que foi fundada no início de 2012 por três universitários da UNICENTRO e um da UTFPR.                                                                                    Originalmente, Disaster Boots era um power trio, mas por necessidade, o formato da banda mudou e hoje em dia contém quatro integrantes: Roberto Corrêa Scienza (voz e guitarra); Pedro Nicolau (guitarra); Lucas Bonato (baixo); e Roger Ongaratto Nunes (bateria). Recentemente, a banda gravou seus dois primeiros singles, e até o final desse primeiro semestre de 2014, será lançado um EP com cinco músicas, todas originais.
          Disaster Boots significa “Botas Desastre” numa tradução literal do inglês, mas segundo Roberto, o nome se dá pelos integrantes serem um tanto desastrados. Assim, onde as botas passam desastres acontecem.
             O estilo musical predominante da banda é mesmo o Rock N’ Roll, mas contém diversas influências, já que cada integrante tem um gosto musical bem peculiar. Essa gama de influências é incorporada pelos integrantes nas músicas, colaborando e fazendo com que o som da Disaster Boots seja tão único.

Foto: Camila Germano Barp
Design: Lucas Bacic

6.1.14

Vinil, LP, Bolachão

           O Disco de Vinil, ou também LP (Long Play), é uma das mais antigas formas de reprodução musical existentes, ele foi desenvolvido em meados dos anos 40, criado para substituir os antigos discos de goma-laca, que até então eram utilizados.


Os vinis são mais leves, maleáveis e resistentes a choques, quedas e manuseio (que deve ser feito sempre pelas bordas). Além de terem o atrativo de arte nas capas, que sempre proporcionou um charme a mais para eles.
A gravação e produção de um disco de vinil segue um processo mecânico complicado, que se completa em sete etapas. Apesar da complexidade, a produção de um disco não dura mais de meia hora no total.
O disco de vinil possui microssulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico. Este sinal elétrico é posteriormente amplificado e transformado em som audível (música).
A partir do final da década de 1980 e início da década de 1990, a invenção dos compact discs (CD) comprometeu os discos de vinil, por sua maior tecnologia, fazendo com que o famoso bolachão começasse a cair em esquecimento.


Por Diana Pretto

 
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