30.7.14

Espaço é aberto para Produções independentes


Capa do curta Dívida de sangue
Uma mostra realizada pelo Sesc, em parceria com a Unicentro, abrirá espaço, hoje, 30, para difundir e valorizar as produções independentes da cidade de Guarapuava. O evento está dividido em duas etapas: A primeira é proporcionar visibilidade para a produção guarapuavana e a segunda, que será realizada no final do ano, abordará os trabalhos feitos no Paraná.

As apresentações iniciam a partir das 19:30, no cinema da Unicentro do Campus Santa Cruz, a entrada é gratuita e cerca de sete médias e curtas-metragens serão exibidos, a maioria feito por alunos da Unicentro.

Confira:

“A escola, a aula e eu: uma comédia escolar”
Direção: Dennis Donato Piasecki
Duração: 5m34s

“Amores Perdidos”
Direção: Everton Guilherme
Duração: 23m24s

“Dívida de Sangue”
Direção: Luiz Fernando Santos
Duração: 10m51s

“The Last Man”
Direção: Roberto Corrêa Scienza
Duração: 3m59s

“A História do Medo”
Direção: João Antonio Franz
Duração: 5m17s

“Capitu – Oblíqua e Dissimulada”
Direção: João Antonio Franz
Duração: 5m24s

“T.O.C.”
Direção: João Antonio Franz
Duração: 3m30s



Texto: Amanda Bastos Maciel

20.7.14

GorpaToon: Fotografia e Arte entrelaçadas por Guarapuava

O GorpaToon é um projeto de Ednilson Junior Cordeiro, ou simplesmente Édi, como prefere ser chamado, jovem de 25 anos, professor de inglês e música, que concilia a vida docente com sua veia artística. Quando arranja tempo, costuma tocar em bares da cidade, e claro, desenhar.
Foi juntando sua paixão pelas artes, e sua vontade de homenagear a cidade onde vive, que Édi criou o GorpaToon “Sempre tive vontade de criar um projeto artístico tomando como foco a cidade de Guarapuava. A princípio, surgiu a ideia de fazer uma tirinha sobre a cidade, criei rascunhos de personagens, dei nome a eles, foi aí que surgiu a ideia do Gorpatoon”.

Mas o que é o GorpaToon?

O GorpaToon consiste em uma página no Faceboock, que mescla fotografia com desenho, ou melhor, fotografia com cartoons. São verdadeiras obras de arte feitas para homenagear Guarapuava. Édi junta fotos de diversos pontos da cidade, com desenhos feitos por ele em forma de cartoons, transformando em algo totalmente novo e inovador.

Édi conta que desenha desde à infância, quando via seu irmão mais velho fazendo o mesmo, tendo ele como sua primeira inspiração. Também assistia muito desenho animado, até hoje, aliás, o que sempre fez com que ele buscasse melhorar cada vez mais em seus desenhos. “Digamos que eu respiro arte. Arte é mais do que um hobby pra mim, e a arte já me possibilitou muita coisa boa. Tento aprender um pouco à cada dia, um pouquinho de cada uma, não sou expert em nenhuma, mas sempre tento fazer o meu melhor”.

Por: Diana Pretto


17.7.14

Eu, você, nós e as cerejeiras

 
O Parque do Lago em Guarapuava, neste inverno, recebeu a cor rosa ao invés da branca de geada e neve, como no ano passado. Parece que a primavera se adiantou e, isso, não é nada ruim para os guarapuavanos que estão desfrutando das belas paisagens proporcionadas pela florada das cerejeiras do Parque do Lago. 

Nestes últimos dias as árvores floridas foram cenários perfeitos para fotos. Namorados, amigos, famílias, todos se reuniram para desfrutar da paisagem. O sucesso das cerejeiras está sendo tanto que foi criado um evento especialmente para apreciá-las, "Cerejeiras em Festa".

O evento acontecerá neste sábado (19), a partir das 14h no Parque do Lago em Guarapuava e foi criado pelo jornalista Mauro Biazi com apoio da Prefeitura. Todos podem participar, basta levar toalhas de piquenique, as guloseimas para se deliciarem e, sem dúvida, a câmera fotográfica para registrar todos os momentos. 

Para fechar com chave de ouro a confraternização, haverá sorteios de brindes e gincana. Então, prepare-se e não perca essa colorida festa. 

Nossos leitores já estão no clima e nos mandaram seus retratos usando as cerejeiras como cenário, confiram:




André Justus

Julia Justus e Luisa Urbano

Ketllyn Pereira e seu filho Henrique Gabriel

Jeovana Wilke

Débora Quadros e o namorado Alan Xavier

Mateus Barcelos
Texto: Amanda Bastos Maciel
Fotos: acervos pessoais e Mauro Biazi

14.7.14

A estima pela bebida artesanal torna grandes degustadores em pequenos empresários


Há 4000 a.C, surgia, na Mesopotâmia, a bebida que criaria um laço de amor entre os homens

Cerveja, gelada, bera, lora, a fama da mistura de malte, fermente, lúpulo e água é tanta que se torna quase impossível a possibilidade de conhecer alguém que não tenha experimentado a receita.  Entre algumas pessoas a relação com a cerveja é um caso de amor, este é o exemplo do empresário Elson Glinski.

Elson, junto com seu cunhado Avonir Funes, conta que o apreço por bebidas vem de anos. Após provar inúmeras receitas tanto de cerveja quanto de chopp, resolveram, em 2009, fabricar seu próprio chopp, Prosit Tutti.

Em cinco anos, com sede própria na cidade de Irati, desenvolveram cinco receitas de chopp artesanal, mas, atualmente, dedicam-se a apenas duas; Chopp Larguer, com uma fermentação que dura 20 dias e o chopp AIL, com 40 dias de fermentação.

Hoje, a produção é de 400 litros por mês, a maioria degustados por Elson, Avonir e os privilegiados que fazem parte dos seus ciclos de amizades.  Mas, aos poucos, o empresário está conquistando seu espaço. O chopp já está disponível em um pub da cidade, em festas particulares e busca por espaço no mercado regional.

O que era amor, está virando negócio, quando pergunto sobre os planos para o futuro o empresário conta que em sua lista está uma cervejaria com capacidade para 10 mil litros por mês. Sendo assim, poderá atender toda a região. “ Um grande entrave está nos impostos e nos insumos, a maioria das coisas para fabricar o chopp são importadas. Mas um negócio nessa área é importante para a cidade, pois atrai tributos, assim como ampara o turismo”, conta o empresário.

Diferença entre chopp e cerveja
O processo de produção das duas bebidas é idêntico, mas no final a cerveja é pasteurizada e o chope não, com isso sua duração é inferior a da cerveja, tendo no máximo quinze dias de duração um barril.
“No momento em que a chopp circula na serpentina da chopeira ocorre uma perda de CO2, assim a acidez diminui e a bebida agrada ao paladar do cliente”, conta Elson.





Proprietário Elson. Chopp Prosit Tutti
 também é engarrafado
Cinco anos de Prosit Tutti























Texto: Amanda Bastos Maciel
Foto: Jaime Martini

1.7.14

E se tudo fosse cinza?


Muitos espaços públicos que se mantém cinza podem ser contemplados pelos traços e cores do graffiti

Diferente da pichação que ainda é criminalizada e baseia-se em frases de protestos e assinaturas para demarcação de território entre grupos, o graffiti foi descriminalizado e ganhou ainda mais reconhecimento, pois isso nunca o faltou.  O que antes era crime, hoje é considerado uma relevante manifestação artística.

Arte: Gustavo Louro
Em Guarapuava é fácil encontrar essas intervenções urbanas, e alguns artistas possuem como objetivo expressar na arte o próprio sentimento, fazendo com que a população reflita sobre o que está sendo representado.

“Procuro sempre fazer algo “alegre”, uso muitas cores, tentando fazer com que as pessoas consigam fugir da sua rotina, nem que seja por alguns minutos do seu dia”. Conta o artista, Gustavo Louro Brezinski.

Todas as letras e figuras utilizadas nas pinturas são pensadas, desenhadas e coloridas cuidadosamente, para que representem aquilo que o artista quer mostrar. “Estou sempre buscando melhorar, desenhando todos os dias, fazendo vários esboços, sempre buscando evoluir. Posso dizer que sou dependente da arte hoje, quando fico um final de semana sem pintar, parece que os dias não foram completos.” Diz Brezinski.

Arte da Flávia Soares
Nem sempre é fácil de encontrar lugares para fazer os desenhos,  mas a Flávia Soares, artista gurapuavana faz parte do coletivo Ação Colorida  e disse que eles não se inibem em pedir muros para colorirem. “Pintamos juntos quase sempre, todos os integrantes da Ação Colorida, às vezes a gente pede muros que achamos interessante e algumas vezes as pessoas e instituições oferecem. Quanto mais trabalho se faz, maior é o reconhecimento, tendo assim  mais trabalho para fazer sempre".

Flávia ainda contou que o apoio da prefeitura  é pequeno, mas que eles nunca se desanimaram. “Em fevereiro realizamos o 1º encontro de graffiti com o apoio de algumas instituições privadas. Convidamos vários amigos talentosos para colorir o muro do colégio Newton e foi uma vivência muito gratificante”. Relembra a artista.



E aí, curtiu? Tem um muro cinza pedindo por arte colorida? Se sim é só dar um alô para o Gorpa e entramos em contato com os artistas. 

Texto: Amanda Bastos Maciel

 
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