30.10.14

Aldonei, Nei, Dognei


Pretos, brancos, peludos, tosados, velhos, novos, pintadinhos, com pedigree ou vira-latas. Não importa a raça, o tamanho e aparência, Aldonei, que por ter uma vida ligado aos animais carinhosamente ficou conhecido como Dognei, cuida e se preocupa com todos os tipos de cães. Além dos cachorrinhos, cabe também, no coração do Nei, espaço para cuidar de qualquer outro animal que precise de ajuda.

O apreço pelos bichinhos é tanto que Aldonei tornou seu amor por eles o sustento de sua família.  Mas as horas de trabalho são poucas, por isso estende sua função para além delas, é praticamente 24 horas dedicados à melhoria da vida dos animais a partir de castrações, resgates, checagem de denúncias, procura de lares temporários e adoções. 

“A primeira vez que cuidei de um cão foi aos nove anos, eu e meu irmão encontramos o animalzinho com o corpo todo queimado, levamos ele para casa e o tratamos. Desde então me apaixonei pelos bichos, fui convidado para trabalhar no canil e estou há sete anos prestando serviço no local, mas dedico praticamente todo o meu tempo para os animais, faço isso porque amo”, conta Nei.

Nei ficou tão conhecido que se uma ninhada de cachorro foi abandonada no matagal? Dognei. Alguém maltratou um cachorrinho? Dognei. Quer adotar? Dognei. Tenho utensílios para doar? Dognei. Cachorro de rua ferido? Dognei. Nei é o primeiro a ser lembrado em qualquer ocasião que envolva animais.

Com mais de 11 mil curtidas em sua página no Facebook, Nei investe em mídia para relatar os acontecimentos do dia a dia. Em seu site e sua página na rede social ele publica fotos, vídeos, histórias e acontecimento que envolve os bichos da cidade, siga a página DOGNEI ALDONEI  e saiba de todas as histórias que o Nei atende.


Texto: Amanda Bastos Maciel


14.10.14


O estudante de Publicidade e Propaganda, Rafael Riol, de 25 anos, transcreve seus pensamentos e inspira diariamente os seguidores da sua página Emoções Espontâneas.  


Como surgiu a ideia de criar uma página com suas frases?
A ideia surgiu com muita naturalidade, a partir de um impulso criativo crescente e sincero. Ainda em 2013 concebi o nome Emoções Espontâneas, o qual guardei com carinho na memória até o dia 1° de janeiro de 2014 quando criei a página no Facebook. Para mim, a véspera de ano novo tem por característica o fato de ser um período de profunda reflexão sobre o que passou e, ao mesmo tempo, um período para traçarmos planos para o futuro. Dessa forma, estabeleci este objetivo: Criar uma página com minhas frases.

Quais são suas inspirações?
Quando eu tinha apenas 11 anos, meu pai deixou este mundo e isso foi uma experiência devastadora. Infelizmente, todos os dias alguém: Perde um ente querido, sofre um acidente de trânsito, é diagnosticado com uma doença grave ou é vítima de algum tipo de violência física ou moral. Porém, mesmo diante dessas difíceis situações, os indivíduos ainda encontram forças para reagir. Portanto, as minhas inspirações são as pessoas comuns e suas histórias de amor, superação e positividade mesmo diante dos enormes obstáculos que a vida lhes impõe.

Como você se sente vendo a boa aceitação do público?

Estou muito feliz, pois o início foi um desafio. Mas, graças a Deus, nesse período pude contar com os meus amigos e familiares, dos quais recebi as primeiras mensagens de incentivo. Dentre elas, destaca-se, a do companheiro no curso de Publicidade e Propaganda, Eduardo Amaro, o qual se propôs a criar uma bela identidade visual para Emoções Espontâneas. Por conseguinte, hoje tenho a satisfação de estar conectado a pessoas de 24 estados brasileiros, além de outras tantas, fora do país, especialmente, em Angola e no Timor-Leste.

Existem planos para expandir seu trabalho?
Existem sim e, inclusive, um deles já está em prática. Este, foi a criação de uma conta no Instagram (@emocoesespontaneas), a qual, após cerca de um mês ativa, já alcançou números animadores. Outro plano, foi o lançamento, no dia 30 deste mês, de um site sobre cinema, música, televisão, fotografia, e tudo mais que a comunicação conseguir abraçar, chamado Bloco Q (blocoq.com.br/emococoesespontaneas), em parceria com Daniel Zierhut, Ana Paula Covolan e equipe, no qual, publicarei um texto semanal.


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Por: Amanda Bastos Maciel


 
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